Tô sem internet na casa de meus pais, o que compromete a atualização do blog. E, sinceramente, tenho pouca coisa pra contar e ando sem inspiração para cavar o lírico do cotidiano. Tô de férias, carai!
A viagem Rio - Crato durou 15 horas. Foram cinco de avião, no trajeto Rio-Brasília-Fortaleza. Parei na capital para almoçar na casa de meu padrinho e pegar uma encomenda.
Parêntesis: minha família tem a mania de mandar coisas que podem ser compradas na esquina. É chato e só a vontade de dar trabalho aos outros justifica. Mas tem que levar e trazer encomenda, sob pena de provocar antipatias.
Depois de pegar a encomenda fui para a rodoviária de Fortaleza. Havia dois horários de ônibus para o Crato: às 21h, um executivo que, segundo o vendedor de passagens, não parava; às 20h, um pinga. Tive um acesso de masoquismo e comprei cadeira neste ônibus. Fiz pior: no assento 44, em frente ao banheiro. Sobrevivi ao teste de paciência. Foram DEZ horas na BR-116 - que é um buraco com trechos de asfalto - parando em quase todos os municípios: Limoeiro do Norte, Jagaribe, Icó, Aurora, Barro, Mauriti, Porteiras (que fica ao sul do Crato, ou seja, eu passei para depois voltar), Missão Velha, Barbalha, Juazeiro do Norte e, last but not least, Crato.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário